P.56C "Paulistinha"
Neiva
   
 
P.56C "Paulistinha
Monomotor de instrução
  FS2002
  JRLucariny FSDS V2 Model
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  Fev/2003
   
Quando o empresário José Carlos de Barros Neiva relançou, em 1956, a produção seriada do monomotor de instrução "Paulistinha", ele imaginou uma série de versões do modelo básico, diferindo nos detalhes e pelo uso específico a que se destinavam.
Aquela construída em maior quantidade foi o P-56C de emprego geral, dotado de duplo comando e equipado com motor Continental C90-8F, de 90HP, e hélice nacional, bipá, de madeira e passo fixo.
Encomendados pelo Ministério da Aeronáutica em sucessivos lotes, tais aparelhos foram distribuídos entre os aeroclubes nacionais, onde quase a metade voa ainda, embora muitos deles modificados depois. Alguns foram vendidos à particulares.
Fuselagem de tubos de aço soldados, externamente coberta de tela. Dois assentos em tandem. Asas de madeira, enteladas.
Trem de pouso convencional, fixo.
Comprimento: 6,76m
Envergadura: 10,76m
Peso vazio: 390Kg
Peso máximo de decolagem: 587 kg.

Carga alar: 34Kg/m2
Velocidade de Cruzeiro: 143Km/h
Velocidade de Pouso: 47 Km/h
Teto de Serviço: 4.200m


Autonomia: 700 Km
Motor: Continental de 90 HP
Hélice: bipá de madeira e passo fixo
Status: cerca de 260 exemplares construídos.
CAP-4 "Paulistinha"
Em agosto de 1942, entusiasmado com o bom desempenho comercial dos planadores que havia produzido, o industrial Francisco Pignatari fundou a Companhia Aeronáutica Paulista. Um dos seus primeiros atos foi comprar o protótipo e todos os direitos de produção do monomotor "Ypiranga". Em seguida ele instruiu os engenheiros Clay Presgrave do Amaral, Romeu Corsini e Adonis Maitino para que desenhassem a aeronave, adaptando-a a produção seriada.


Começou também, a preparar a nova empresa para essa tarefa e 310 dias depois, em 2 de abril de 1943, voou o primeiro exemplar CAP-4 "Paulistinha", a aeronave brasileira de maior sucesso industrial e comercial em todos os tempos.
Naquela época já estava em andamento a Companhia Nacional de Aviação, movimento que visava a reequipar os aeroclubes nacionais, e para isso o CAP-4 teve aceitação imediata. Entre 1943 e 1947 a Companhia Aeronáutica Paulista produziu 777 exemplares do "Paulistinha", de quatro versões diferentes.
Do CAP-4 original foram feitos poucos. Biplace em tandem, de duplo comando. Fuselagem de tubos de aço soldados, externamente coberta com tela. Asas de madeira, enteladas. Trem de pouso convencional e fixo.

CAP-4A "Paulistinha"
Versão mais produzida do famoso CAP "Paulistinha", o CAP-4 A permaneceu quatro anos em produção e foi vendido para cumprir missões de treinamento primário, ligação e turismo. Diferia do modelo anterior (CAP-4) por pequenos detalhes e melhorias ditadas pela experiência do uso operacional. Mas era externamente semelhante a ele, com características e performance iguais.
Fuselagem de tubos de aço soldados, externamente entelada. Asas de madeira, enteladas. Dois assentos em tandem, com duplo comando. Trem de pouso convencional, fixo.
Neiva 56C Paulistinha PP-HCP do
Aeroclube de Presidente Prudente
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