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| NAM Araguaia para assalto anfíbio e desembarque |
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| FS2004/No available | |
| JRLucariny FSDS V3.5 Model | |
| Particular collection | |
| Mai/2008 | |
| - Origem do NAM : Defesa BR; - Modelo original de Edilson Moura Pinto; e - Texto de Roberto Silva. Serão construídos Navios de Assalto Multipropósito (NAM), também com o conceito de TRIMARAN, com grande capacidade para assalto anfíbio e desembarque (superiores aos LHDs da Classe WASP americana), além de comando e completo apoio logístico às operações em terra. |
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Terão médio poder como lança-mísseis e poderão transportar e empregar helicópteros (AS, ASu, EG, do EB, do CFN, etc.), HELIPLANOS e aviões (da MB e da FAB) em STOBAR, VTOL, STOVL (JSF) e futuros ESTOL e V/STOL, aviões anfíbios e dirigíveis híbridos para diversos propósitos, UCAVs VTOL, lanchas de desembarque, veículos anfíbios e tropas. |
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Como navios de elevada projeção estratégica, os NAMs TRIMARAN de 30.000 ton servirão como Porta-Helicópteros (e outros futuros meios VTOL e STOVL), NAe híbrido V/STOL e CATOBAR, ASuW, ASW e AAW, Lança-Mísseis de Cruzeiro com VLS, Plataforma de Assalto e Desembarque Anfíbio, Infiltração / Exfiltração, Socorro e Evacuação, Hospital, Base Móvel (MoB - Mobile Base) com capacidade C4ISR, etc. |
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Graças aos materiais nano-estruturados, baseados na AGLOMERAÇÃO DE NANOTUBOS DE CARBONO, terão capacidade para transportar mais de 1.500 Fuzileiros Navais (2) (CFN), Comandos MECs, e até 1.000 refugiados, grande quantidade de veículos anfíbios, além de suprimentos para missões de paz e auxílio humanitário para áreas devastadas por catástrofes e calamidades diversas. |
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A enorme experiência da MB com o NAe Ligeiro A-11 Minas Gerais e com os navios anfíbios em uso será bastante ampliada. Essas plataformas NAM serão mais importantes no futuro que os NAes, graças à sua enorme adaptabilidade a diferentes cenários e funções, até os mais imprevisíveis. Por isso, também receberão 3 encomendas. |
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Os 5 Navios de Assalto Multipropósito - NAMs de 30.000 ton cada serão capazes de emprego máximo de 50 aeronaves, sendo 15 caças com CATOBAR e V/STOL, 7 aviões diversos em CATOBAR e 15 helicópteros de ataque dos Fuzileiros Navais (CFN) e do EB, e mais 13 helicópteros diversos (ou outras configurações e futuros meios aéreos, como o heliplano em VTOL). |
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Os revolucionários NAMs TRIMARAN da MB, como ocorrerá com os NAEs, possuirão não mais apenas um único deque de vôo, ou convôo, mas dois inovadores e distintos deques de vôo, porém com conceito inteiramente diferente do encontrado no NAe. |
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O convôo mais baixo - convôo inferior, terá um enorme hangar aberto ao centro, de onde virão as aeronaves de asa fixa em preparação para a decolagem, que ocorrerá à direita. À esquerda, ocorrerão os pousos dessas aeronaves de asa fixa e operações de aeronaves de asa rotativa, os helicópteros. Todas poderão vir e serem encaminhadas ao hangar aberto. |
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O convôo mais alto, acima do hangar aberto, que será conhecido como convôo superior ou de helis, será usado exclusivamente por helicópteros. Estes NAMs TRIMARAN revolucionários permitirão a decolagem semi-computadorizada e quase simultânea de 2 CAÇAS AVANÇADOS, com extrema facilidade, e em ondas contínuas. Do outro lado do mesmo convôo, os pousos serão realizados em área de arresto própria. Também aí poderão operar diversos helis, dependendo sempre do momento, da situação e do perfil das missões realizadas a bordo. |
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A grande Ilha com a torre de comando e controle - aéreo e naval - ficará bem ao centro deste convôo superior, tendo uma imensa área de operações em volta e abaixo. A capacidade máxima de estacionamento no hangar aberto ou axiliar do convôo inferior será de até 17 aviões e helicópteros, simultaneamente, podendo-se guardar até outros 33 no hangar principal, no nível imediatamente abaixo. Entretanto, como acontece com os NAes, as operações habituais dos NAMs serão otimizadas para o emprego padrão de até 35 aeronaves (sendo somente 10 caças ESTOL e ainda 15 helicópteros de ataque), também proporcionando maior eficácia e economia gerais. |
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Tal projeto flexível, com maximização de múltiplos usos, proverá maior capacidade de adaptação dos seus 3 cascos. Ele será, basicamente, um NAM adaptável, interoperável, modular e, primordialmente, evolucionário. Este espaço estrutural do convôo de helis, ultra-reforçado, poderá ser trocado inteiro ou em seções por novos materiais a períodos longos, em forma de módulos. Os 3 diferentes cascos do NAM TRIMARAN serão dispostos lateralmente, sendo o central 50 % maior que os das laterais (7,5 + 15 + 7,5 = 30.000 ton). |
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A superestrutura estará baseada sobre estes 3 cascos e terá dois convôos superpostos, sendo um somente de helicópteros (superior), um hangar aberto e um grande hangar principal, sendo estes convôos e hangares acessados pelas aeronaves através de diferentes elevadores.
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Como parte importante das grandes inovações do projeto do NAM TRIMARAN, foi criado todo um sistema logístico de transporte de aeronaves entre os diferentes ambientes e níveis de operação e estocagem nos Níveis 3, 4 e 5, havendo então 4 elevadores, a seguir discriminados: 1 elevador interno sobre o casco central posicionado em área coberta e segura do hangar aberto para ligação entre ele e o convôo de decolagem no mesmo Nível 4 e o hangar principal no Nível 3; |
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1 elevador externo sobre o casco central (à frente da Ilha) ligando o Nível 5 (helis), o Nível 4 (hangar auxiliar) e o Nível 3 (hangar principal); e 2 elevadores externos sobre o casco central (atrás da Ilha) ligando o Nível 5 (helis), o Nível 4 (hangar auxiliar) e o Nível 3 (hangar principal). |
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O sistema de propulsão do NAM TRIMARAN, como no caso do NAe, terá 4 motores elétricos (sendo 2 no casco central) baseados em nano-baterias, cada uma delas 3 vezes mais poderosas e duradouras que as atuais e com menor espaço e peso. DRAWINGS Link |