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| FS2002/2004 | |||
| JRLucariny FSDS V2.24 Model | |||
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| Dez/2003 | |||
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Focke-Wulf 190 A-3 After the FW 190 A-1 series came the FW 190 A-2 and FW 190 A-3, produced concurrently in 1941 and 1942. |
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Production Details for the FW 190 A-3 The Arado plant at Warnemünde began building FW 190 A-3s in August 1941, and this block went from 0135 191 to 0135 530. In October 1941, Focke-Wulf at Bremen and Marienburg commenced production of FW 190 A-3s, and Focke-Wulf-built FW 190 A-3s had W.Nr between 0130 201 and 0130 509. Ago at Oschersleben also began producing FW 190 A-3s in October 1941. |
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These aircraft ranged from 0132051 to 0132 290. A further small block was built by Fieseler at Kassel. These were FW 190 A-3s W.Nr 0137 001 to 0137 020. |
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Specifications Designation: Focke-Wulf 190 A-3 Engine: BMW 801 C-1 (1,600 hp), C-2, D-2 (1,700 hp) 14 cylinder radial engines Fixed Armament: 2 x MG FF 20 mm cannon in outer wings (55 rounds each), 2 x MG 151/20E 20 mm cannon in wing roots (250 rounds each), 2 x MG 17 7.92 mm machine-guns in upper fuselage (1,000 rounds each) Weight: empty 2,899.8 kg (6,393 lbs), maximum 3,978 kg (8,770 lbs) Wingspan: 10.49 m (34 ft, 5 inches). |
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Length: 8.78 m (28 ft, 10 inches) Height: 3.92 m (12 ft, 11 inches) Speeds: maximum with BMW 801 C, 590 km/h (366.6 mph), maximum at 6400.8 m (21,000 ft) with BMW 801 D, 672.7 km/h (418 mph) Ceiling: with BMW 801 D 10,599.4 m (34,775 ft) Range: with BMW 801 C, 1,030 km (640 miles), with BMW 801 D 799.8 km (497 miles) Radio: FuG 7, FuG 25a could be installed. |
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Focke-Wulf Fw 190 Brief History: The Fw 190 is widely regarded as Germany's best fighter aircraft of World War II. Its appearance in the skies over France in early 1941 was a rude shock to the Allies, as it was clearly superior to any other plane. For nearly a year, until the debut of the Spitfire IX, the Fw 190 was the unmatched champion of the air war. |
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As the war progressed, the Fw 190 was developed into many variants as a pure fighter, a ground-attack fighter/bomber, and as a close-support aircraft. No fewer than 40 different versions were produced, with different combinations of engines, armament, wings, systems, and roles. |
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First flown on 1 June 1939, the Fw 190 served for the duration of the war, largely replacing several other aircraft types in the process, including the Junker Ju 87 Stuka dive bomber. |
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Allied bombers dreaded the sight of these potent aircraft, as did the fighters who provided cover for them. Arguably, the Fw 190's greatest impact on the Allied war effort was to spur ever-greater advances in technology and aircraft design to counter its threat. |
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Nicknames:
Butcher Bird; Dora; Kangaroo (Fw 190 V18/U1 variant) Number Built: 20,051 (All variants)
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Number Still Airworthy: None, but several are under active restoration to flight status. Link |
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Focke-Wulf Fw 190 - WNr 313 |
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FDE CFS Focke-Wulf 190 A-3 9./JG 2 "Richthofen" in France along the English Channelduring spring 1942. DIDIER Patrick |
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PANEL JRLucariny With Custom Panel Designer Version 2.5 - ABACUS |
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DRAWINGS ”FW190 in action” Squadron/signal publications AIRCRAFT NO. 170 |
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Fw190A-8 In the late 1930s the Luftwaffe began looking for a replacement for the Bf109 series. The Fw190A series was arguably the best fighter in the Luftwaffe inventory in the early 1940s and considered by some to have been the best fighter in the world at that time, earning the name "Butcher Bird." The Fw190A quickly established dominance over its main adversary, the slower Spitfire Vb, not by out-turning the nimble RAF aircraft, but by outrunning it. The Fw190A8's main advantages are speed, roll rate and firepower, although it suffered a serious performance degradation above 15,000 feet. |
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The later Fw190D9 model featured an improved power plant that boosted both top speed and high-altitude performance. Generally, keep the 190 fast and execute hit-and-run tactics. Typical opponents, especially those at an energy disadvantage, cannot keep up with or climb with a well-flown Fw190. On the defensive, the Fw190 should utilize its high roll rate to maneuver out of plane from the attacker. |
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Quickly roll the aircraft 90 to 270 degrees, pull back on the stick, and dive away from the adversary. The 190 can't turn with most adversaries, but it can more than hold its own against the Spitfire simply by keeping its energy state high and staying out of the Spitfire's reach. Don't waste energy, however. The 190 is no match for the Spitfire in the low-speed turning fight. |
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Technical Details Fw190A-8 Max.Speed 654 km/h Cruise Speed 480 km/h Ceiling 11,400 m Combat Radius 266 km Fuel Capacity 524 l. Wing Area 18.3 sq m Max.Horsepower 1770 hp. Fixed Weapons: Fw190A-8 & D-9: 2 Cowling-mounted 13 mm MG 131 cannon 2 wing-mounted(inner)20 mm Mauser MG 151 cannon A-8 Only:2 wing-mounted(outer)20 mm Mauser MG 151 cannon. |
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More Notes: The Focke-Wulf Fw190, designed by Kurt Tank, is considered Germany`s best fighter of the war. When the first version entered service in 1941,it showed marked superiorety to its opponents in almost every aspect-the Fw190 could outrun,outturn,and outclimb anything it encountered. However,the later models(including the A8)were primarily intended for bomber intercepts, so they carried more firepower and armour, but were therefor considerably heaviar and less manoeuvrable. Heavely armed with four 20mm cannons and two machine-guns, the Fw190 was Allied bombers most dreaded enemy.The Fw was a joy to fly,excellent visibility, an unequalled rate of roll,and take-offs and landing are a breeze.It reacts quickly and it can both climb and dive with ease. (maybe the best fighter in WWII. Link |
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Focke-Wulf Fw 190 "Würger" Durante os anos em que a Luftwaffe e a RAF lutaram pelo controle do Canal da Mancha, principalmente entre 1941 e 1944, pôde-se observar uma verdadeira corrida tecnológica entre ingleses e alemães para desenvolver aviões melhores e mais versáteis, verdadeiras máquinas de guerra que seriam comandadas pelos mais hábeis pilotos de ambos os lados. Os britânicos apostaram no seu venerável Spitfire. Os alemães vieram, em 1941, com o novíssimo Focke-Wulf Fw 190, apelidado de "Würger" - "pássaro açougueiro". Foi uma descoberta desagradável. Os pilotos da RAF haviam conseguido conter a Luftwaffe durante a Batalha da Inglaterra mas, agora, eram novamente obrigados a enfrentá-la. Contudo, não tinham previsto o aparecimento do fantástico Focke-Wulf Fw 190.Os novos caças alemães com motor radial, ultrapassaram facilmente os Spitfire Mk V. Possuíam a mesma manobrabilidade dos aviões britânicos mas eram muito mais rápidos. Por fim, quando a RAF conseguiu capturar um exemplar, em 1942, percebeu-se que as más notícias ainda estavam para chegar. Com efeito, o 190 mostrou-se mais veloz do que qualquer caça britânico ou norte-americano e, com quatro canhões e duas metralhadoras pesadas, a ágil "Ave de Rapina" alemã podia destruí-los com muita facilidade. As suas reduzidas dimensões e notável manobrabilidade eram ideais para um caça, bem como a grande visibilidade que o cockpit permitia. Era consideravelmente robusto e o trem de aterrissagem, de bitola larga, permitia-lhe operar mesmo em pistas improvisadas. Foram precisos dois preciosos anos para que os Aliados conseguis-sem superar o novo caça da Luftwaffe. Hoje em dia o Focke-Wulf Fw 190 é visto, ao lado do Supermarine Spitfire, Vought Corsair e do North American Mustang como um dos melhores caças da Segunda Guerra Mundial. Mas, de onde ele viera? |
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Um avião bastardo Ironicamente, aquele que seria visto como o melhor caça alemão do conflito teve um início de carreira onde era apenas uma solução alternativa para o uso de motores radiais - sendo quase um projeto desacreditado. Isto porque, embora tivesse sido desenvolvido como o sucessor do Messerschmitt Bf 109, as autoridades do Oberkommando der Luftwaffe (OKL) nunca acreditaram que ele pudesse superar o sucesso operacional alcançado pelo avião de Willy Messerschmitt. Mas o tempo provaria que eles estavam absolutamente equivocados. Projetado em 1937 pelo lendário Kurt Tank para substituir a primeira geração de caças Bf 109, o projeto previa a utilização de dois motores: em linha ou radiais. Os dois primeiros protótipos voaram em 1º de junho de 1939 sob comando de Hans Sander, e tinham uma carenagem aerodinâmica para reduzir o arrasto, o que foi logo descartado pois causava superaquecimento do motor. Devido à pequena oferta de motores em linha, rapidamente optou-se pela utilização dos radiais, sendo que a escolha final recaiu sobre o BMW 801 de 14 cilindros e refrigeração forçada por ventoinha. Após alguns testes efetuados com nove Fw190A-0 de pré-série, decidiu-se ampliar o tamanho de suas asas, que passaram de 15m² para 18,30m². Os testes evoluíram por todo ano de 1940, sendo que os pilotos da Luftwaffe se mostraram eufóricos com o novo caça, alentando apenas que seu armamento, de quatro metralhadoras MG17 de 7.92 mm, era demasiadamente fraco. De qualquer forma, a produção de 100 aparelhos A-1 iniciou-se em Hamburgo e Bremen, sendo concluída no final de maio de 1941. Esses aviões já estavam equipados com o motor BMW 801C de 1600 HP, que o fazia atingir a velocidade de 624 Km/h. |
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Uma Arma Letal As primeiras unidades foram entregues ao 6./JG26 (6º Staffel da Jagdgeschwader 26), baseado em Le Bourget, sendo que travaram seus primeiros combates contra os Spitfire V no mês seguinte. Os novos caças mostraram-se superiores, mas as críticas ao armamento levaram ao surgimento da versão A-2, equipada com dois canhões MGFF de 20 mm nas asas e duas MG17 sob o capô do motor, atingindo 614 Km/h. O batismo de fogo da nova versão, ocorreu durante a chamada Operação Donnerkeil-Cerberus, também conhecida como a Corrida do Canal, em 12 de fevereiro de 1942. Nesta missão os 190 do II e III Gruppen do JG26, providenciaram cobertura para os encouraçados Scharnhorst e Gneisenau e para o cruzador Prinz Eugen, enquanto navegavam do porto francês de Brest em direção aos ancoradouros de Kiel e Wilhelmshaven. A despeito disso implicar em navegar em pleno Canal da Mancha sob ataque constante da RAF, a missão foi um sucesso retumbante com todos os navios chegando ao seu destino. No final de março a JG26 já encontrava-se totalmente equipada com essa nova versão, o que levou os ingleses ao desespero. A produção do Fw 190 foi acelerada, envolvendo oito empresas, além da Focke-Wulf, em sua manufatura. Ainda em março surgiu a versão A-3, equipada com motor BMW 801D-2, que desenvolvia 1700HP, e trazia um armamento de quatro canhões 20 mm e duas metralhadoras de 7.92 mm. |
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Ainda em março surgiu a versão A-3, equipada com motor BMW 801D-2, que desenvolvia 1700HP, e trazia um armamento de quatro canhões 20 mm e duas metralhadoras de 7.92 mm. Além de equipar a JG26, o A-3 também foi entregue a JG2 "Richthofen". Em junho de 1942, os ingleses finalmente conseguiram capturar um A-3 intacto que fez um pouso na Inglaterra após ficar desorientado. Contudo, as informações obtidas não seriam muito úteis. Em 19 de agosto de 1942, os ingleses fizeram a primeira tentativa de invasão da Europa, em Dieppe (França). Essa batalha marcou a estréia dos novos Spitfire IX e Hawker Typhoon. Entretanto, a Luftwaffe tinha prontos cerca de 200 Fw 190A-4, equipados com motor BMW 801D-2 com injeção de água, que elevava sua potência para 2100 HP e sua velocidade máxima para 670 Km/h. Além disso, já estava em serviço a versão A-3/U1 que podia transportar bombas. O resultado não poderia ter sido mais catastrófico para os britânicos. Além do desembarque ter sido re-pelido, a RAF perdeu 106 aviões - 97 dos quais abatidos pelos Focke-Wulf. Nesse dia o então Leutnant Josef Wurmheller, mesmo estando com uma perna engessada devido a um acidente, abateu sete Spitfire V e um Blenheim da RAF, durante as três missões em que voou naquele dia. |
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Os alemães continuaram a desenvolver o Fw 190, visando os combates no Canal da Mancha. Enquanto isso, uma versão de reconhecimento do A-3 surgiu em março de 1942, quando equipou o 9./LG2 (9º Staffel da Lehrgeschwader 2) na Rússia. Por volta da mesma época, no Norte da África surgiu uma rara variante A-4/Trop. As adaptações continuaram e, antes do fim de 1942, foi fabricada ainda a versão A-4/U8, armada com uma bomba de 500Kg e utilizadas em ataques diurnos de baixa altitude. A versão A-4 também foi a primeira variante a ser enviada em quantidades significativas para frente russa, onde chegou no final de 1942. Ao longo daquele ano, mais de 1.900 Fw 190 haviam sido entregues à Luftwaffe. No início de abril de 1943 apareceram os Fw 190A-5, com os berços do motor alongados em 15 cm, visando aumentar sua resistência e reduzir a vibração do motor. |
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Essa mesma versão possuía também uma maior versatilidade para usar os kits Rüstsatz (os módulos de conversão de campanha). A variação mais importante foi o A-5/R6, capaz de levar dois lança-foguetes WGr21 de 21cm sob as asas, cujo alvo principal eram as crescentes formações de bombardeiros B-17s e B-24s. Já a versão A-5/U2, transportava um bomba de 500Kg e a infame versão A5/U12 era equipada com seis canhões MG151/20 de 20 mm. Em meados de 1943 surgia a versão A-6, que possuía uma blindagem mais reforçada e um novo projeto das asas para aliviar sua estrutura, bem como quatro canhões de 20 mm nas asas e duas MG17 no nariz, e foi especificamente desenvolvida para operações na frente oriental, sendo capaz de aceitar vários kits de conversão. Dentre esses, podemos citar a versão A-6/R1 que tinha seis canhões de 20mm em módulos sob as asas; e o A-6/R6 que tinha quatro canhões MK108 de 30mm - tornando-o o monoposto mais bem armado de toda guerra. Isso sem falar na versão A-6/R4, equipada com motor BMW 801TS (turbo alimentado) que o leva a 683 Km/h a 10.500 m de altitude. As versões caça-bombardeiro do A-6 ainda podiam carregar uma bomba de 1000Kg. A maior vitória da variante A-6 ocorreu durante o mês de outubro de 1943, quando impuseram perdas catas tróficas aos bombardeiros da 8ª Força Aérea América na que atacavam as cidades de Regensburg e Schweinfürt em pleno dia: dos 228 aviões enviados, 79 foram destruídos e 121 severamente danificados. |
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Os americanos só conseguiriam restabelecer o equilíbrio, quando os caças P-51 Mustangs passaram a escoltar os bombardeiros até o centro da Alemanha. Com o aumento dos bombardeios noturnos da RAF e com o colapso momentâneo do sistema de radares Himmelbett, surgiu a estratégia "Wilde Sau" (Javali Selvagem). Criada pelo então Major Hajo Hermann, esta tática consistia no emprego de caças monomotores em operações noturnas. A versão mais utilizada pelos pilotos da JG300 (a primeira unidade a utilizar esta técnica) foi o Fw 190A-5/U2.Enquanto isso, a versão A-7 surgiu com um par de canhões de 20 mm na carenagem do motor, além das várias combinações de armamento nas asas. Mas apenas 80 unidades desta versão foram entregues, até o surgimento da variante A-8, que seria a última a empregar a fuselagem curta. O A-8 era similar a sua versão anterior em quase todos os aspectos, mas possuía umas poucas mudanças internas que buscavam aumentar sua performance. Essas mudanças consistiam na incorporação de uma injeção GM-1 de Óxido Nitroso ou um tanque adicional de combustível localizado abaixo do cockpit. Além disso, nada menos que nove conversões de campo eram possíveis para o A-8, das quais destacamos: A-8/R1: caça pesado que incorporava um rack contendo um canhão MG151 de 20 mm sob cada asa. A-8/R2: desenvolvido para atacar as formações de bombardeiros. Traziam um par de canhões MK108 de 30 mm sob as asas. |
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A-8/R3: planejado como um destruidor de tanques, possuía uma versão de cano longo do canhão de 30 mm (MK103). Embora tivesse uma cadência de fogo mais lenta, o cano maior imprimia uma velocidade muito maior aos projéteis ao mesmo tempo em que melhoravam sua precisão.Esse fator era essencial quando utilizados para interceptar colunas de blindados soviéticos na Frente Oriental. A-8/R7: Esse modelo se tornou famoso como o típico caça utilizado nas táticas de Rammjäger que consistia em arremessar a aeronave contra os bombardeiros aliados quando se encontrava sem munição. O modelo carregava o armamento padrão do A-8 (um par de metralhadoras 13 mm sobre o motor e quatro canhões de 20 mm nas asas), mas possuía uma blindagem frontal e do cockpit muito mais reforçadas. A série A-8 seria aquela que permaneceria em produção até o advento dos famosos "Dora-Nove" no verão de 1944. Já o maior ás do Focke-Wulf Fw 190 foi o Oberleutnant Otto Kittel, o quarto maior ás da história que, de suas 267 vitórias confirmadas, alcançou 220 a bordo de várias versões do "Würger". Outro piloto que obteve grande sucesso a bordo deste avião foi o lendário Hauptmann Walter Nowotny que, assim como Kittel, alcançou a grande maioria dos seus 258 abates na frente oriental. |
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O Final da Guerra Os Fw 190 continuaram voando até o último dia de guerra, 08 de maio de 1945, sendo que a última vitória atribuída a uma dessas aeronaves foi creditada ao Oberleutnant Gerhard Thyben da JG 54, que abateu um Pe-2 naquele dia, às 7h54 da manhã, enquanto recuava da península de Kurland (Letônia) em direção a Kiel. Um final digno para aquele que foi o melhor caça a pistão da Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial. Entretanto, os franceses encontraram vários aparelhos em diversos estágios de produção em seu território, após o final da guerra. Um consórcio denominado SNCASO iniciou a fabricação da versão A-5, e até o final de 1946 havia entregue 64 unidades, que foram empregadas pela Força Aérea Francesa até quase o final da década de 40. Atualmente há um número razoável de Fw 190s preservados em museus da Europa e Estados Unidos, inclusive o Dora-Nove pilotado pelo Major e Ritterkreuz träger Franz Götz (1913 - 1980), o último Kommodore da JG 26, perfeitamente conservado em um museu norte-americano. FW190A-8/R-8 JRLucariny FSDS V2.24 Model |
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FDE CFS Focke-Wulf 190 A-3 9./JG 2 "Richthofen" in France along the English Channelduring spring 1942. DIDIER Patrick PANEL JRLucariny With Custom Panel Designer Version 2.5 - ABACUS Canopy Open SHIFT+E Close SHIFT+E |
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DRAWINGS ”FW190 in action” Squadron/signal publications AIRCRAFT NO. 170 |
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